sábado, 21 de janeiro de 2017

A cambra diz que vai reabilitar 48 casas nos escombros da covilhã

O numero 48 carrega já em si o peso simbolico da ditadura fascista, mas prontus se o sô presedeinte diz que são 48 é porque não são 50.  Vamos atão aguardar até 2065 peila conclusão das casas. Estamos convencidos que mais depressa será reconstruida Alepo.
 Foto de Covilhã Município.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Politica cultural da cambra vai de mal a pior. Os covilhaneinses merecem melhor que isto...


o legado de mario soares...ps um partido de debate e liberdade



 3) (parte 3)
A tua ascensão política foi um erro de casting? Não! Tu já pertences a uma geração de favores e prémios partidários. A tua esperteza foi saberes habilitares-te? Foi! Tanta insistência, foste a jogo até que ganhaste. A última grande jogada é saber sair a tempo. A sorte muda, é preciso saber salvar a “família” da desgraça.
Aceitar a calçadeira da nomeação partidária é o maior acto de covardia politica. A dignidade e carácter do político são ameaçadas pelo rebuçar da democracia. Não basta evocar e santificar Soares. Há que seguir o seu maior legado e lutar, lutar e provar as convicções. Não se compreenderá a ausência de discussão e escolha livre. Esquece os benefícios da geringonça. Nunca subestimes a capacidade de decidir dos Covilhanenses.
No teu beco, de igual forma idêntico ao de Hollande, sobra idêntica saída. Procura ler e compreender a sua retirada. Foi por absoluta consciência de que a sua candidatura ameaçaria os seus. Esta em causa ser lembrado pelo carácter ou como um falhado. Preferirás a primeira? ou ser estagiário de um famoso escritório de advogados, onde se asilam pombos de outras caçadas?
Ce qui est en cause, ce n’est pas une personne. C’est l’avenir du COVILHÃ.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

fazer politica não é andar á boleia...



 2) (parte 3)
Os enganos não limitam o direito de cidadania, segue-se o tempo da reparação e continuar, o futuro é a próxima saída. Preferir o pior, como mal menor, esse sim, um dano irreparável.
A Covilhã não teve sorte nenhuma nos últimos três anos. A oposição demoliu a Covilhã na esperança, de encontrar entre os escombros os cadáveres que pretendiam abater. Falharam sistematicamente o tiro. Desertaram, tornaram-se admiradores fundanenses, egitanienses, tudo valeu para enxovalhar a Covilhã. Não mereceu, foi literalmente esbulhada, do prestígio e dignidade que as suas gentes merecem há séculos.
Naturalmente, nada está perdido! Todos quantos se considerarem donos do seu passado, estão enganados! Quando chegaram, para dela se servirem, já havia Covilhã. E podem ter a certeza, mesmo que muito ricos á sua custa, com toda a certeza, ricos ficarão sete palmos debaixo da terra, onde gozarão num metro quadrado a sumptuosidade da riqueza transportada. A Covilhã continuará seguramente mais rica, mais segura e confiante nos sete palmos de terra.
ViPi, o tempo passou e não te deste conta! O esplendor e deslumbre do cargo ofuscou e limitou a percepção do que te havia acontecido. Foste escolhido para liderar um povo! Responsabilidade maior da democracia. Nem te deste-te conta!! Emaranhaste-te na teia de uma corda que te sufoca diariamente, há vários meses e do laço não sairás.
Não tiveste sorte? È verdade. A sorte não nos encontra, procuramo-la. A luta e o esforço pela sorte compensam. Encontrarás caminhos ou becos sem saída. Tu não encontras-te um beco! Teceste o teu próprio beco!
Tiveste ajuda? Tiveste! Foram as tuas escolhas! Pelo menos essas, são da tua inteira responsabilidade. Gente menor, mesquinha, interesseira, vendilhões de tudo, menos da sua coresponsabilidade na construção de caminhos. Pura avareza eivada. Os sete palmos esperarão por eles, que seja por muito tempo! Mas de preferência, numa cabana junto á praia, longe e distantes da felicidade da Covilhã. Que as suas mulheres, nunca fiquem viúvas e mereçam resistir á tentação de ser concubinas pagas por favor.
Continua

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Já é conhecido o adversário do SCC na taça. O Chaves eheheheheh


ViPi… chegou a hora da nobreza de carácter...



 1) (parte de 3)
ViPi… chegou a hora da nobreza de carácter, lucidez e olhar o bem maior para a Covilhã.
«Ce qui est en cause, ce n’est pas une personne. C’est l’avenir du pays. Je ne veux pas que la France soit exposée à des aventures qui seraient coûteuses, et même dangereuses pour son unité, pour sa cohésion, pour ses équilibres sociaux»,«Aussi j’ai décidé de ne pas être candidat à l’élection présidentielle.»
Transcrição ipsis verbis de Hollande, num acto único de dignidade e revelador de carácter politico, de que vínhamos duvidando, desde as escapadelas do Eliseu. A falta de jeito para as obrigações da coisa pública foram da primeira hora.
A Covilhã corre riscos sérios.
Admitir, que está exposta a profundas roturas sociais, económicas, institucionais etc, é uma obrigação e como tal, uma responsabilidade de cidadania.
Admitir, que está há muito exposta, num jogo de fraude democrática, de interesses fulanizados, manipulados sem hesitação é um facto! Falsas “ondas” de apoio, usando a fractura entre gerações, falsos perfis (caso de policia), estranhos á vida local, diminutas representatividades partidárias etc, são razão bastante, para que cada um de nós mostre o covilhanense que há em si. Lutar pela nossa “pátria”.
A Covilhã estar-te-á grata (provavelmente a única...) por teres contribuído para  embargar um ciclo de falso progresso, alicerçado em minudencias colectivas, face ás oportunidades perdidas. Ciclo de permissividade total. Um harém onde as mulheres foram tratadas como concubinas, pagas com dois salários públicos, se pagaram propinas, se mandou a belo prazer, se perseguiu, ofendeu e acusou individualmente, e … Enfim… uma desgraça de que somos colectivamente responsáveis. Um tempo antecipado do presente drama Trump para os americanos. Elegeram-no? Têm que levar com ele!

(Continua)

sábado, 14 de janeiro de 2017

Arranjem mazé a istrada porra

andam por ai uns cromos entretidos com o vandalismo toponimico e afins. Eh pá, façam obra e sigam mazé o exeimplo imaculado do anterior presedeinte, pablito el toro, que deixou a istrada do Ferro num brinco e uma ciclovia de excelêincia. Apreindam com quem sabe e deixem-se de paneleirices,pá...
Foto de Silvio Dias.Foto de Silvio Dias.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

a Covilhã é grande...



3) (Parte de três)
Há muito que a Covilhã é grande e aberta! Uma cidade de pessoas, operários, empreendedores, cidade fabrica, da indústria, do comércio, de cultura, de escolas, da saúde, da neve, do turismo, de pontes, râmbolas, passeios e muito mais, até aeródromo … tem passado, tem presente e tem futuro.
No presente e passado recente, apenas alinhou nos recursos disponíveis para toda a Nação. Rotundas, candeeiros, caminhos etc, todos os nossos vizinhos fizeram. Com uma diferença! Não hipotecaram com dividas as gerações futuras.
Mais…faltou fazer e optar pelos factores diferenciadores e especialmente sem destruir ou pretender destruir o património já adquirido (ex:aeródromo).
Foi, é e será construída por muitos homens e mulheres todos iguais, todos diferentes…em cada momento construíram o futuro, sem pretensiosismos, espíritos castradores, como se o mundo e o futuro começasse na aldeia de mato e acabasse na gardunha, colectores de glórias fúteis em proveito próprio.
Somos um colectivo, com bom e mau! como todos os colectivos. Não reconhecemos nem nos consideramos em divida com personagens sebastiânicas, muito menos, manipuladoras, castradoras, constituídas credores de um passado que não lhe pertence, muito menos cobradores de fraque, de dívidas que não lhe pertencem…
É moralmente e politicamente desonesto, pretender condicionar o regresso ao passado, quando o mundo nos desafia a olhar o futuro com a ambição, que reside no folego revigorado, actualizado, de ar puro, de gente nova, capaz de unir um povo nos desígnios eleitos e consensualmente aceites.
Pois que venha! E assista ao cortejo fúnebre de uma alma satânica, a quem foi dada oportunidade de viver e sair pelo próprio pé e que merecerá o descanso devido, nas trevas dos inquietos e rancorosos que buscam vingança…
Como em todas as viagens, cumpre-nos vencer as avarias, os furos, os enganos e olhar a próxima saída…o futuro!
Um desafio colectivo, todos somos parte e todos assumem responsabilidade… encontremos a próxima saída!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

a covardia da intentona...



2) (de tres)

Naturalmente, o homem tem direito a uma despedida condigna, com a chancela da democracia. Ser claramente afastado, pela maioria do povo em votação expressa e direta. Pois, que cumpra o seu desejo!
Claro! Abandonará! Tal como fez na assembleia do PSD, onde lhe cabia esgrimir e defender os interesses da sua causa, fugirá covardemente e continuará a preferir as trevas para apaziguamento das suas malfeitorias evidentes e presentes. Organizar exércitos covardes de escarnio e mal dizer, que o reaverão e o apresentarão como ”limpo” das maiores atrocidades ao “seu” povo. É um covarde e assim, agiu e agirá!
Aos amigos, aos verdadeiros amigos, aos amigos de carne e osso, vivos com respeitáveis convicções, dizer que, a amizade contempla pactos de honestidade, de frontalidade, diferente das matilhas humanas, que vociferam as suas ânsias e desencantos, através da oblação e imolação, dos seus heróis, tal como cruxificaram cristo e libertaram barrabás.
Não basta, regressar com um baú de fotos e memorias, velhas, apodrecidas, mofadas caquécticas, despropositadas, fantasiando a salvação.
Numa coisa estamos de acordo (com os amigos de carne e osso!). A Covilhã não está bem e precisa de mudança. As lideranças escolhidas não servem! (os Vitores, Martins, Helios, Oliveiras, e outros, são muito piores do que a encomenda!).
Não devemos esquecer, que foram o resultado de uma selecção atabalhoada e esgalhada. Tal como no presente, foram escolhidas e condicionadas pelo mau ambiente e mal estar, barganha e trapaceirice manhosa do mesmo, que agora teima em voltar á Covilhã, de gente boa e honesta, bem diferente desta figura.